S. Nunca que nunca dizia nunca, disse certa vez interpelado sobre a questão do marginal, a sentença seguinte: marginal é o que vive a margem. E quem vê melhor o mundo do que quem está a margem? Deve-se observar não à deriva...
O poeta é o ser a margem, não é como as pessoas, mas como as pessoas do Pessoa, o lirismo louco, o mundo ideal, a negação, a crítica, a crítica crítica, a veia revolucionária.
O som das teclas da urna eletrônica são a poesia... A cada voto em um comunista na urna um abalo no sistema...
Ao poeta é permitida a licensiosidade e a licensa poética...
Ao poeta marginal vai-se ainda mais longe, a margem da sociedade vê os problemas da perferia, tanto social quanto econômica, subverte a falta do capital em um capital... Subverte o fetichismo da mercadoria...
Fala de S. Pedro e S. Paulo, sem praticar a mortificação da carne...
Fala da voz do bode, sendo o primeiro brado tragédia e o segundo farsa...
Prof. Renato 65123
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